Na volta do feriado de Corpus Christi, o #Dólar (#USDBRL) fechou a sexta-feira em alta de 1,78%, cotado a R$ 5,1572. Na semana, a moeda acumulou valorização de 2,27% frente ao real, impulsionada pelo fortalecimento global do dólar e pela maior aversão ao risco entre investidores.
🧑💼 Impacto do Payroll Americano:
O gatilho foi a divulgação do relatório de empregos dos EUA, que mostrou a criação de 172 mil vagas em maio, bem acima das 85 mil esperadas. O resultado reforçou a percepção de uma economia aquecida, reduzindo as chances de cortes de juros e até recolocando no radar uma possível alta pelo Federal Reserve. As apostas para outubro já apontam mais de 50% de probabilidade de nova elevação.
🌍 Cenário Externo e Geopolítica:
Além dos dados econômicos, tensões envolvendo negociações entre EUA e Irã e novas sanções ao setor energético iraniano aumentaram a busca por ativos considerados seguros.
💹 Força do Índice DXY:
O índice DXY (#DXY), que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas, avançou 0,63%, alcançando 100,045 pontos. O movimento foi sustentado pela surpresa positiva do payroll e pela expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo. Agora, o mercado aguarda o CPI (índice de preços ao consumidor) que será divulgado na próxima quarta-feira (10/06).
📊 Mercado Futuro na B3:
Na B3, os contratos futuros de dólar (#DOLFUT | #WDOFUT) acompanharam a alta do mercado à vista, mas com ganhos ainda mais robustos nos vencimentos longos. A curva reflete a precificação de juros altos nos EUA por período prolongado, elevando o prêmio de risco e a busca por proteção em horizontes mais distantes.
👉 Em resumo: O dólar ganhou força com dados sólidos do mercado de trabalho americano, expectativas de juros mais altos e tensões geopolíticas, reforçando o apetite por ativos de segurança e pressionando o real.

Postar um comentário