O Ibovespa (#BOV) encerrou a segunda-feira (29/06) praticamente estável, com leve queda de 0,05%, aos 173.205 pontos. O pregão foi marcado por baixa liquidez, influenciado pelo “Efeito Torcida” durante o jogo da Seleção na Copa, e comportamento descolado do exterior, onde Wall Street avançou impulsionada por ações ligadas à Inteligência Artificial.
💵 Volume e Blue Chips:
O volume financeiro somou apenas R$ 10,1 bilhões, 48,5% abaixo da média de 50 pregões. Entre as grandes companhias, Vale (#VALE) e Ambev (#ABEV) pesaram negativamente, limitando a recuperação do índice.
📊 Fatores Internos:
O mercado repercutiu o Boletim Focus, que manteve estáveis as projeções de inflação para 2026 e 2028, reforçando apostas de corte da Selic já em agosto. Além disso, o Ministério da Fazenda anunciou novo programa de renegociação de crédito para trabalhadores informais.
🌍 Cenário Externo:
Nos EUA, Wall Street subiu com destaque para gigantes de tecnologia e semicondutores. Investidores aguardam o Payroll e discursos do presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh. No front geopolítico, avanços nas negociações entre EUA e Irã reduziram tensões no Oriente Médio, favorecendo a recuperação do petróleo e sustentando o minério de ferro.
📈 Destaques Corporativos:
- Altas: Braskem (#BRKM5) (+5,76%), Magazine Luiza (#MGLU3) (+4,50%) e Natura (#NTCO3) (+4,01%).
- Quedas: Azzas (#AZZA3) (-3,21%), Vivara (#VIVA3) (-2,29%) e CSN Mineração (#CMIN3) (-2,12%).
- Detratoras: Embraer (#EMBR3) (-2,10%), Auren Energia (#AURE3) (-0,92%) e B3 (#B3SA3) (-1,41%).
- Mais negociadas: Vale (#VALE), Petrobras (#PETR4) e Itaú Unibanco (#ITUB4).
🏦 Juros Futuros:
O mercado de juros futuros fechou em queda em toda a curva, refletindo expectativas de corte da Selic. As opções digitais da B3 (#B3SA3) precificaram 61% de probabilidade de redução de 0,25 ponto percentual em agosto, levando a taxa esperada para 14,00%.

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