📊 Tensões Comerciais e Risco Fiscal Derrubam Ibovespa


O Ibovespa (#IBOV) encerrou a quinta-feira (16/07) em queda de 1,24%, aos 173.825 pontos, pressionado por blue chips como Vale (#VALE3), Petrobras (#PETR3 • #PETR4) e Itaú Unibanco (#ITUB4). O volume financeiro foi de R$ 13,4 bilhões, abaixo da média dos últimos pregões, refletindo cautela dos investidores.

⚖️ O Ibovespa Futuro (#INDFUT • #WINFUT) também recuou, em sintonia com Wall Street, que realizou lucros em empresas de semicondutores. No Brasil, vendas no varejo cresceram apenas 0,1% em maio, reforçando apostas de cortes graduais da Selic, mas o efeito foi limitado pelo aumento da percepção de risco fiscal após leilão robusto de títulos do Tesouro.

🌍 No cenário internacional, os EUA confirmaram tarifas de 25% sobre parte dos produtos brasileiros, aumentando tensões comerciais. Em Wall Street, investidores avaliaram dados de varejo e seguro-desemprego, além da sustentabilidade do rali ligado à Inteligência Artificial. Na China, o minério de ferro ficou estável, limitando o desempenho das mineradoras brasileiras.

📉 Entre as maiores quedas do índice: Braskem (#BRKM5) -4,84%, Cury (#CURY3) -4,40% e Eneva (#ENEV3) -3,71%. Entre as principais detratoras: Vale -2,05%, Petrobras -1,72% e Itaú Unibanco -1,37%. Essas ações, além de mais negociadas, tiveram peso decisivo no desempenho do índice.

📈 No mercado de juros futuros, o Contrato de Juros Futuro (#DI1FUT) mostrou inclinação da curva: vencimentos curtos recuaram, enquanto os longos subiram até 8,5 pontos-base, refletindo risco fiscal. Já o Dólar Futuro (#DOLFUT • #WDOFUT) avançou 0,43%, a R$ 5,121, e o Índice DXY (#DXY) subiu para 100,7 pontos, reforçando o ambiente defensivo.

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