💵 Inflação nos EUA Surpreende e Fortalece o Real


O #Dólar à vista (#USDBRL) encerrou a terça-feira (14/07) cotado a R$ 5,0778, recuando 1,06%. O movimento refletiu o ambiente mais favorável aos ativos de risco após a divulgação do CPI nos EUA, que mostrou deflação de 0,4% em junho e inflação anual desacelerando para 3,5%. Esse resultado reforçou a percepção de menor pressão inflacionária, reduzindo a demanda global pela moeda norte-americana e fortalecendo o real.

📉 Impacto nos Treasuries e Fed:
Com o CPI abaixo das expectativas, os rendimentos dos Treasuries caíram e aumentaram as apostas de que o Federal Reserve poderá adotar uma postura menos agressiva na política monetária. A ferramenta FedWatch apontava 56,5% de probabilidade para uma alta de juros, enquanto investidores também acompanhavam os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio.

🌍 Cenário Internacional:
O índice DXY (#DXY), que mede a força do dólar frente a outras moedas, recuou 0,32%, para 100,914 pontos. A diminuição das tensões no Estreito de Ormuz reduziu a busca por ativos defensivos, embora o petróleo seguisse em alta.

🛢️ Petróleo em Alta:
O contrato do Óleo Brent (#OILBRENT) para setembro avançou 1,72%, fechando a US$ 84,73 por barril. A valorização foi sustentada pelas incertezas sobre a oferta da commodity na região do Golfo Pérsico.

📊 Mercado Futuro:
Na B3, os contratos futuros de dólar (#DOLFUT | #WDOFUT) também caíram, acompanhando o movimento do mercado à vista. Ainda assim, mantiveram prêmio sobre a moeda física, reflexo do custo financeiro embutido nos vencimentos futuros — comportamento considerado normal e ligado a fatores como juros e prazo de vencimento.

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