O Ibovespa (#IBOV) encerrou a segunda-feira (13/07) em baixa de 1,20%, aos 175.739 pontos, pressionado pela aversão ao risco global e tensões políticas internas. Os contratos futuros de Ibovespa (#INDFUT | #WINFUT) também refletiram o pessimismo dos investidores.
🌍 Impacto Internacional:
O anúncio dos Estados Unidos sobre o bloqueio naval a embarcações iranianas no Estreito de Ormuz elevou os preços do Óleo Brent (#OILBRENT) e aumentou os temores sobre a economia mundial. Em Wall Street, declarações do Federal Reserve reforçaram preocupações com juros, enquanto na China a queda do minério de ferro e perdas em semicondutores ampliaram a cautela.
📉 Cenário Doméstico:
No Brasil, o mercado repercutiu a redução das projeções de inflação para 2026 no Boletim Focus, o superávit de US$ 2,29 bilhões da balança comercial e a expectativa de corte de 0,25 ponto percentual na Selic em agosto. No campo político, decisões envolvendo Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, além da MP do Frete, aumentaram a volatilidade.
📊 Maiores Quedas do Dia:
• Auren Energia (#AURE3) caiu 5,45%
• MRV Engenharia (#MRVE3) recuou 5,39%
• WEG (#WEGE3) perdeu 4,56%
🔑 Blue Chips em Foco:
As ações mais negociadas foram Vale (#VALE3), Petrobras (#PETR3 | #PETR4) e Itaú Unibanco (#ITUB4), concentrando grande parte do volume financeiro, que somou R$ 14,1 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões.
💵 Juros e Câmbio:
O mercado de juros futuros (#DI1FUT) registrou abertura significativa da curva, refletindo o fortalecimento do dólar e o aumento da aversão ao risco. O contrato futuro de dólar (#DOLFUT | #WDOFUT) avançou 0,34%, cotado a R$ 5,154, enquanto o índice DXY (#DXY) subiu 0,31%, reforçando a busca global por ativos seguros.

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