Após a queda da véspera, o Ibovespa (#IBOV) avançou 1,22% nesta quinta-feira (09/07), fechando aos 172.742 pontos. O movimento foi apoiado pelas blue chips e pela alta em Wall Street. O volume financeiro somou R$ 15,3 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões. Os contratos futuros (#INDFUT • #WINFUT) também acompanharam o tom positivo.
📰 Fatores Domésticos:
O governo manteve em 12% o imposto de exportação sobre receitas de petróleo, pressionando petroleiras. Já a possível elevação da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% favoreceu empresas do setor sucroalcooleiro. O cenário fiscal seguiu no radar, com o ministro da Fazenda destacando cautela diante da volatilidade internacional.
🌍 Cenário Externo:
As tensões entre EUA e Irã continuaram, mas o petróleo Brent (#OILBRENT) recuou 2,63%, a US$ 75,97. Nos EUA, a recuperação das empresas de semicondutores e a expectativa pela temporada de resultados impulsionaram Dow Jones (#DJI), S&P 500 (#SP500) e Nasdaq 100 (#NDX). Na China, o minério de ferro avançou em Dalian, apoiando mineradoras.
🏦 Destaques Corporativos:
Entre as maiores contribuições positivas estiveram Itaú Unibanco (#ITUB4) (+1,67%), B3 (#B3SA3) (+3,86%) e Sabesp (#SBSP3) (+2,56%). No ranking das maiores altas: Magazine Luiza (#MGLU3) (+7,76%), Vamos (#VAMO3) (+5,34%) e Yduqs (#YDUQ3) (+4,96%). Na ponta negativa, Petrobras (#PETR4 #PETR3 #PBR) e outras petroleiras recuaram com a queda do Brent, enquanto Vale (#VALE3 #VALE) também figurou entre as mais negociadas, junto a Itaú.
💹 Juros e Câmbio:
Os juros futuros (#DI1FUT) registraram queda de até 9 pontos-base, acompanhando o recuo dos Treasuries nos EUA. O Tesouro realizou leilão integral de LTN's e NTN-F's com vencimentos até 2037. No câmbio, o dólar futuro (#DOLFUT • #WDOFUT) caiu 0,60%, negociado próximo de R$ 5,150, em linha com a fraqueza global do DXY (#DXY).

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