O Ibovespa (#IBOV) encerrou a sexta-feira (12/06) em baixa de 0,21%, aos 171.132 pontos, pressionado pelo desempenho da Petrobras (#PETR3 | #PETR4) após a queda de mais de 3% no petróleo Brent (#OILBRENT). O volume financeiro somou R$ 15,4 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões.
📊 Semana Positiva:
Apesar da queda no dia, o índice acumulou alta semanal de 1,25%, interrompendo oito semanas consecutivas de perdas. O contrato futuro de Ibovespa (#INDFUT | #WINFUT) foi sustentado pelo otimismo externo, com avanços nas negociações entre EUA e Irã e o bom desempenho de Wall Street.
💵 Inflação e Juros:
O IPCA de maio avançou 0,58%, acima das projeções, e atingiu 4,72% em 12 meses. Mesmo com inflação mais forte, investidores seguem apostando em corte de 0,25 p.p. na Selic (atualmente em 14,50%), precificado em 67,5% pelas opções digitais da B3 (#B3SA3). Discussões sobre estímulos fiscais, como crédito subsidiado para entregadores de aplicativos, aumentaram a cautela.
🌍 Cenário Internacional:
O otimismo com possível acordo entre EUA e Irã reduziu tensões geopolíticas e pressionou o petróleo. Nos EUA, melhora da confiança do consumidor e expectativas inflacionárias menores reforçaram o apetite por risco. Já a China manteve pressão sobre o minério de ferro, afetando empresas de mineração e siderurgia.
📌 Maiores Quedas do Dia:
- Braskem (BOV:#BRKM5): -6,67%
- Cogna (BOV:#COGN3): -4,49%
- SLC Agrícola (BOV:#SLCE3): -2,93%
Entre as mais negociadas, destaque para Petrobras, Vale (#VALE3) e Itaú Unibanco (#ITUB4).
📈 Juros Futuros:
- Curto prazo (#DI1FUT): Estável, refletindo expectativa de corte de 0,25 p.p. na Selic.
- Intermediários: Alta de até 3,5 pontos-base, incorporando surpresa do IPCA.
- Longo prazo: Queda de até 3 pontos-base, apoiada pelo ambiente externo mais favorável e menor pressão inflacionária global.

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