O Ibovespa (#IBOV) fechou a terça-feira (09/06) em alta de 0,68%, aos 169.813 pontos, mostrando força mesmo diante da fraqueza dos mercados norte-americanos. O movimento foi sustentado por ações de peso como Itaú Unibanco (#ITUB4), Vale (#VALE3) e Eneva (#ENEV3). O volume financeiro somou R$ 18,5 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões, mas ainda com fluxo comprador seletivo. Já os contratos futuros de Ibovespa (#INDFUT | #WINFUT) acompanharam o viés positivo.
🌍 Influência Externa:
No exterior, tensões entre EUA e Irã após declarações de Donald Trump elevaram a cautela. Em Wall Street, o Nasdaq 100 recuou com realização de lucros no setor de tecnologia, após projeções decepcionantes da Broadcom.
💵 Juros e Fiscal:
No Brasil, o leilão simbólico de NTN-Bs trouxe alívio à curva de juros, com queda de até 3 pontos-base nos contratos de DI futuro (#DI1FUT). As apostas para o Copom seguem divididas: cerca de 68% precificam manutenção da Selic em 14,50%, enquanto 33% projetam corte de 25 pontos-base.
🏦 Revisões e Política:
O BTG Pactual (#BPAC11) revisou projeções de inflação e crescimento, enquanto investidores aguardam a próxima pesquisa Genial/Quaest. No campo político, tensões comerciais entre Brasil e EUA seguem no radar. Já a China adicionou cautela com a queda do minério de ferro em Dalian.
🏢 Destaques Corporativos
A Braskem (#BRKM5) anunciou Helcio Tokeshi como novo CEO e Magda Chambriard para o conselho. A CSN Cimentos avançou na venda para a segunda fase, com interesse de grupos nacionais e chineses. Entre as maiores altas do dia: Hapvida (#HAPV3) +4,50%, Direcional (#DIRR3) +4,47% e Cury (#CURY3) +4,17%.
⛽ Blue Chips em Foco:
Além de Itaú, Vale e Eneva, Petrobras (#PETR3 | #PETR4) esteve entre as mais negociadas, reforçando o peso das grandes companhias na sustentação do índice.
👉 Resumo: O Ibovespa mostrou resiliência, apoiado por blue chips e alívio nos juros, mesmo em meio às tensões externas e incertezas fiscais.

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