O Ibovespa (#IBOV) encerrou a segunda-feira praticamente sem variação, aos 178.000 pontos. O índice foi pressionado pelas quedas de Vale (#VALE3) e Petrobras (#PETR3 • #PETR4), impactadas pela fraqueza do minério de ferro e do petróleo. O bom humor em Wall Street ajudou a limitar perdas, com os investidores atentos à decisão do Copom e à temporada de balanços.
💼 Volume e Futuros:
O volume financeiro somou R$ 15,9 bilhões, abaixo da média dos últimos pregões, mostrando cautela. Já os contratos futuros do Ibovespa (#INDFUT | #WINFUT) tiveram desempenho mais positivo, refletindo expectativas de corte na Selic.
📊 Juros e Política:
O Boletim Focus reduziu a projeção da Selic para 13,75% em 2026, reforçando a aposta em corte de 0,25 ponto pelo Copom nesta semana. A curva de juros futuros (#DI1FUT) caiu forte, com os vértices longos recuando até 21 pontos-base. No campo político, pesquisa BTG/Nexus mostrou disputa mais acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro, aumentando a percepção de volatilidade.
🌍 Cenário Externo:
Nos EUA, os índices Dow Jones (#DJI), S&P 500 (#SP500) e Nasdaq 100 (#NDX) avançaram com o alívio das tensões no Oriente Médio e a queda do petróleo Brent (#OILBRENT). O minério de ferro, por outro lado, recuou diante da demanda fraca da China, pesando sobre mineradoras brasileiras.
🏭 Noticiário Corporativo:
Entre as maiores pressões estiveram CSN (#CSNA3), após rebaixamento de rating pela Fitch, PRIO (#PRIO3) e Petroreconcavo (#RECV3), todas afetadas pela queda do petróleo. Investidores também aguardaram balanços de ISA Energia (#ISAE4), BB Seguridade (#BBSE3), Marcopolo (#POMO4) e Pague Menos (#PGMN3).
💱 Câmbio:
O contrato futuro de dólar (#DOLFUT | #WDOFUT) subiu 0,10%, cotado a R$ 5,122. O Índice Dólar (#DXY) também avançou 0,10%, para 99,8 pontos, mostrando estabilidade cambial em meio às expectativas por dados econômicos dos EUA.

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