O #Dólar encerrou a segunda-feira (03/08) cotado a R$ 5,0870, com avanço de 0,33% frente ao real (#USDBRL). O movimento refletiu baixa liquidez e maior cautela dos investidores, em um pregão marcado por ajustes de posições e proteção cambial.
📊 Mercado Brasileiro:
Segundo o economista Matheus Pizzani, o mercado à vista ficou praticamente equilibrado, enquanto os contratos futuros mostraram divergência: vencimentos curtos recuaram levemente, mas os longos avançaram. Essa curva dividida indica estabilidade imediata, mas maior incerteza para os próximos meses.
🌏 Influência Internacional:
A intervenção conjunta do Banco do Japão e do Tesouro dos EUA para fortalecer o iene trouxe impacto global, já que a moeda é usada em estratégias de carry trade. Qualquer mudança nesse cenário afeta o fluxo de capitais e, por consequência, o câmbio brasileiro.
💱 Índice Dólar:
O Índice #DXY terminou praticamente estável, em 99.922 pontos (+0,01%), mostrando equilíbrio da moeda americana frente às principais divisas globais.
⚔️ Geopolítica e Petróleo:
Donald Trump afirmou que esta seria a última oportunidade para um acordo com o Irã, mantendo o tema no radar dos investidores. Já o petróleo despencou: Brent (#OILBRENT) caiu 4,73% e WTI (#OILCRUDE) recuou 5,11%, reduzindo pressões inflacionárias e limitando movimentos mais fortes do dólar no exterior.
📈 B3 e Futuros de Dólar:
Na B3, os contratos futuros (#DOLFUT | #WDOFUT) mostraram comportamento distinto do mercado à vista: enquanto o dólar comercial subiu, os vencimentos curtos recuaram e os longos avançaram, refletindo cautela diante das incertezas de política monetária e geopolítica.

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