O mercado brasileiro encerrou a sexta-feira (07/08) em forte baixa. O Ibovespa (#IBOV) caiu 1,73%, aos 172.513,42 pontos, acumulando perda semanal de 3,08% — a pior sequência desde maio. Os contratos futuros do índice (#INDFUT | #WINFUT) também refletiram o pessimismo dos investidores.
💵 Câmbio e Juros:
Enquanto isso, o real manteve trajetória positiva pelo terceiro pregão seguido, com o dólar comercial (#USDBRL) recuando 0,46%, a R$ 5,084. Os juros futuros (#DI1FUT) seguiram em queda ao longo da curva, influenciados pelo cenário externo e pela expectativa da divulgação da Ata do Copom na próxima semana.
🇺🇸 Impacto do Payroll:
O relatório de empregos dos EUA mostrou fechamento de 23 mil vagas em julho, contra expectativa de abertura de 80 mil. O dado reforçou a percepção de que o Federal Reserve pode adotar postura mais cautelosa nos juros, trazendo algum alívio para ativos de risco.
🌐 Wall Street e China:
Nos EUA, os índices fecharam em alta, com destaque para o Nasdaq Composite (#COMPX), impulsionado por empresas ligadas à inteligência artificial. Já na China, preocupações com crescimento e demanda por commodities seguiram no radar, pressionando mineradoras e exportadoras.
🏭 Empresas em Destaque:
• Petrobras (#PETR3 • #PETR4) caiu 2,99%, mesmo após balanço forte.
• Magazine Luiza (#MGLU3) recuou 3,72%, refletindo preocupações operacionais.
• Lojas Renner (#LREN3) despencou 8,09% após revisão de expectativas.
• Vale (#VALE3) caiu 0,56%, apesar da alta do minério.
• Bradesco (#BBDC4) recuou 2,20% e Itaú Unibanco (#ITUB4) 2,58%.
• Entre as altas: Fleury (#FLRY3) disparou 9,73% e Alpargatas (#ALPA4) avançou 10,36%.
📌 Expectativas:
Além do cenário internacional, os investidores monitoram os impactos climáticos no Brasil e aguardam a Ata do Copom, que pode trazer novos sinais sobre os próximos passos da política monetária.

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