O Ibovespa (#IBOV) encerrou a terça-feira (26/05) em baixa de 0,69%, aos 176.589 pontos. A saída de investidores estrangeiros pressionou ações de alta liquidez como Vale (#VALE3), B3 (#B3SA3) e Itaú Unibanco (#ITUB4), reduzindo o apetite ao risco no mercado local.
💰 Volume e Fluxo Estrangeiro:
O giro financeiro foi de R$ 16,4 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões (R$ 21,4 bi). O contrato futuro do Ibovespa (#INDFUT | #WINFUT) também caiu, refletindo a saída líquida de R$ 13,1 bilhões em maio e R$ 25,6 bilhões nas últimas 26 sessões.
🌍 Cenário Internacional:
Nos EUA, a disparada de Micron Technology (+19,36%) impulsionou Nasdaq 100 (#NDX) e S&P 500 (#SP500), enquanto o Dow Jones (#DJI) recuou. O fluxo global migrou para empresas ligadas à Inteligência Artificial, reduzindo o interesse pelo Brasil, mais exposto a commodities e bancos.
⚔️ Geopolítica e Commodities:
Conflitos no Oriente Médio elevaram o petróleo Brent (#OILBRENT) em 3,45%, pressionando juros futuros. Na China, o minério de ferro caiu 1,95%, afetando mineradoras. No Brasil, além da saída estrangeira, ruídos políticos também pesaram no humor dos investidores.
🏭 Destaques Corporativos:
- Ambev (#ABEV3) subiu 1,16% após recomendação de compra pelo BTG Pactual.
- Cosan (#CSAN3) renovou mínimas históricas após rebaixamento do HSBC.
- Entre as maiores quedas: Braskem (#BRKM5) (-5,81%), C&A (#CEAB3) (-4,77%) e Vamos (#VAMO3) (-3,86%).
- As mais negociadas foram Vale (#VALE3), Petrobras (#PETR4 #PETR3 #PBR) e Itaú Unibanco (#ITUB4).
💹 Juros e Câmbio:
Os contratos de DI futuro (#DI1FUT) subiram até 9 pontos-base nos vértices longos, acompanhando a alta do petróleo e do dólar futuro (#DOLFUT | #WDOFUT), que avançou 0,28% para R$ 5,030. O Tesouro Nacional realizou leilão de NTN-Bs e LFTs, enquanto os yields das Treasuries nos EUA ajudaram a conter parte da pressão local.

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