A bolsa brasileira encerrou a segunda-feira (30/03) em terreno positivo. O Ibovespa (#IBOV) avançou 0,53%, aos 182.514,20 pontos, em um pregão marcado por menor volume financeiro (R$ 23,4 bilhões, abaixo da média dos últimos 50 pregões) e pela combinação de fatores locais e externos.
No Brasil, o discurso do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçando uma condução gradual da política monetária, ajudou a reduzir o risco doméstico. O Boletim Focus trouxe revisão para cima da inflação (4,31%) e leve ajuste no PIB, enquanto o tema fiscal seguiu no radar.
No exterior, tensões no Oriente Médio elevaram o prêmio de risco global, impulsionando o petróleo Brent (+2,54%) e fortalecendo o dólar frente a moedas fortes. O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, destacou que a política monetária está “bem-posicionada”, mas alertou para choques de oferta.
Entre os destaques corporativos, Yduqs (+3,76%), WEG (+3,46%) e Brava Energia (+2,97%) lideraram as altas. Sabesp (+1,97%) e Vale (+0,63%) também contribuíram para o desempenho do índice.
No mercado de juros, os contratos de DI recuaram até 10,5 pontos-base, refletindo tanto o discurso mais previsível do BC quanto o aumento das tensões externas, com fechamento mais intenso nos vencimentos longos.

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