Ibovespa Fecha em Alta com Alívio Externo e Queda do Petróleo

 


O Ibovespa (#IBOV) fechou a quarta-feira (01/04) em leve alta de 0,26%, aos 187.952 pontos, em um pregão marcado pela cautela antes do pronunciamento de Donald Trump. Apesar do avanço, o índice perdeu força ao longo da sessão. O volume financeiro foi de R$ 26,9 bilhões, acima da média dos últimos 50 pregões, mostrando forte participação do mercado. Os futuros americanos também subiram, reforçando o tom positivo global, enquanto o contrato futuro do Ibovespa acompanhou a alta, mas desacelerou no fim do dia.

O otimismo veio da expectativa de alívio no conflito no Oriente Médio, que derrubou o petróleo Brent (-2,68%) e sustentou o apetite por risco. A queda do dólar e do índice DXY favoreceu emergentes, enquanto dados industriais da China impulsionaram o minério de ferro. No Brasil, a recomendação da BCA de venda de ativos locais trouxe algum ruído, citando fundamentos frágeis.

No noticiário corporativo, a Petrobras anunciou medida para suavizar o reajuste do querosene de aviação, beneficiando o setor aéreo. Entre as maiores altas, destaque para Embraer (+4,74%), Cyrela (+4,39%) e Banco do Brasil (+2,74%). Vale também contribuiu positivamente, apoiada pelo minério. Petrobras, Vale e bancos concentraram o maior fluxo de negociações.

A curva de juros futuros encerrou em queda de até 7,5 pontos-base, refletindo menor percepção de risco e espaço para ajustes do Banco Central. O recuo foi mais acentuado nos vértices médios e longos, indicando alívio nas expectativas inflacionárias.

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