Avaliação de Analistas do Resultado do 4T25 do Itaú


O BTG Pactual ressaltou em relatório que o Itaú encerrou o ano com resultados sólidos e em linha com as projeções. A qualidade dos ativos foi o principal destaque, com inadimplência, custo do crédito e demais indicadores estáveis ou melhores, sustentando um balanço patrimonial “saudável”.

O ROE no Brasil subiu para 26%, com melhora relevante no varejo, enquanto as operações na América Latina foram pressionadas por maiores provisões. O banco sinaliza 2026 como ano de transição, com aceleração da transformação digital e foco em eficiência, mantendo perspectiva de desempenho superior no médio prazo, observa o BTG.

Para a Genial Investimentos, o Itaú entregou mais um trimestre “sólido e consistente” com a rentabilidade voltando a avançar, mantendo ampla vantagem competitiva frente aos principais pares.

“Após um ciclo intenso de investimentos em tecnologia e capital humano, o Itaú entra agora em uma fase mais madura de captura de eficiência, com redução de footprint e headcount, maior customização da oferta e aprofundamento das estratégias de cross-selling via o Super App (One Itaú) — fatores que devem sustentar a geração de valor recorrente”, escrevem seus analistas em relatório.

Já para a XP, o Itaú entregou um sólido 4T25, com resultados em linha com as expectativas e ROE acima de 24%. O NII permaneceu resiliente, apoiado pela margem com clientes. A XP atualizou as estimativas para o Itaú, incorporando os resultados do 4T25, o guidance para 2026 e as projeções macroeconômicas. Como resultado, o novo preço-alvo para 2026 é de R$ 51 (antes era R$ 45).

O Itaú (#ITUB4) teve lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). Esse valor corresponde à alta de 13,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 o resultado recorrente gerencial ficou em R$ 46,8 bilhões, crescimento de 13,1% em relação a 2024.

O conselho de administração aprovou na quarta-feira (04/02), novo programa de recompra de ações de emissão própria, que passará a vigorar a partir desta data até 04/08/2027, autorizando a aquisição de até 200 milhões de ações preferenciais de emissão própria, sem redução do valor do capital social. O novo programa de recompra das ações tem como objetivos prover a entrega de ações aos funcionários e administradores da companhia e de suas controladas no âmbito dos seus modelos de remuneração, dos seus planos de incentivos de longo prazo e de seus projetos institucionais.

O Itaú divulgou também na quarta-feira (04/02), que, conforme divulgado em 27 de novembro de 2025, o pagamento dos juros sobre o capital (JCP), no valor bruto de R$ 0,369750 por ação (valor líquido de R$ 0,3142875 por ação), ocorrerá no próximo dia 6 de março, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 9 de dezembro de 2025, com suas ações negociadas “ex-direito” desde o dia 10 de dezembro de 2025.

Comentar

Postagem Anterior Próxima Postagem